27. GELBER R, KIAT K, KHANEJA S, O'MALLEY G, et al: The repairofextracranial carotid artery aneurysms. Arch Surg 112: .91-94, 1977.
28. KAUPP HA, HAID SP, JURAYI MN, et al: Aneurysms of the extracranial carotid artery. Surgery 72: 946-52, 1972.
29. PERGUSON LV, FELL G, BUXTON B, ROYLE JP: Mycotic cervical aneurysm. Br J Surg 71: 245, 1984.
30. JEBARA VA, ACAR C, DERVANIAN P, et al: Mycotic aneurysms of the carotid arteries - case report and review of the literature. J Vasc. Surg 14: 215-9, 1991.
31. MIYAUCHI M, SHIONOYA S: Aneurysm of the extracranial internal carotid artery caused by fibromuscular dysplasia. Eur J Vasc. Surg 5:587-91, 1991.
32. RICCI MA, FORBES RD, GRAHAM AM: internal carotid artery and Marfan's syndrome. Can J Surg 32: 463-6, 1989.
33. SINZOBAHAMVYA N, KALANGU K, HAMEL-KALINOWSKI W: Arterial aneurysms associated with human immunodeficiency virus (HIV) infection. Acta Chir Belg 89: I85-8, 1989.
34. PE1TZMAN AB, WEBSTER MW, LOUBREAU JM: Carotid endarterectomy under regional anesthesia. Ann Surg 196: 59-64, 1982.
35. CONNOLLY JE, KWAANN JHM, STEMMER EA: Improved results with carotid endarterectomy. Ann Surg 186: 334-42, 1977.
36. RISTOW AV, CURY JM, MEDEIROS MC: Aneurismas dos troncos supra-aórticos e seus ramos. In: BONAMIGO TP: Doenças da aorta e seus ramos. 1a ed. São Paulo: Fundo Editorial Byk, 72-83, 1991.
37. MOORE DC: Regional block. 4a ed. Springerfield: Charles C. Thomas, 112-122,1981.
38. PICCINATO, CHERRI J, ÁRIAS VEA, SOARES FA, OLIVEIRA FS: Aneurisma de carótida extracraniana. Relato de quatro casos e revisão da literatura. Cir Vasc Angiol 10: 134-38,1994.

COMENTÁRIOS

A incidência de aneurismas localizados na porção extracraniana das carótidas é muito rara, conforme assinalaram os autores. Há mais de um século despertou-se a atenção para esta patologia bem com a sua abordagem. Permanece, entretanto, a dificuldade para caracterizá-los quando ainda pequenos, principalmente quando localizados na carótida interna.

É de grande importância o diagnóstico diferencial entre os aneurismas vasculares de carótida interna, em pacientes com a bifurcação carotídea mais alta e patologias faringeanas. O aprimoramento semiótico relacionado com esta patologia deve ser do interesse não só dos cirurgiões vasculares como também de outros profissionais que atuem em áreas correlatas. Sua divulgação, portanto, é de interesse multidisciplinar.

Parabéns ao grupo liderado pelo Dr. Ivanésio Merlo, que obteve pleno sucesso, tendo sido feliz nas considerações de cada caso, na resenha científica e na apresentação dos detalhes técnicos, cirúrgicos e anestésicos.

Recomendamos a utilização de anticoagulante por via intravenosa em todos os casos de aneurismas de carótidas seguidos de revascularização cerebral, ao contrário da conduta que adotamos na ressecção dos aneurismas de aorta abdominal, rotos ou não.

Preferimos a anestesia geral e empregamos o "shunt", embora venham a se constituir como pontos controversos.

José Carlos Cortes
Titular da SBACV-RJ.
Chefe do Setor de Cirurgia Vascular do
Hospital Universitário Pedro Ernesto,
da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ.


Endereço para correspondência

Ivanésio Merlo
Av. Rio Branco, 156 sala 1.011
Rio de Janeiro -RJ - Brasil
20043-900

Pág.
26
27
28
29
30
31
32