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COMENTÁRIOS
A incidência de aneurismas localizados na porção
extracraniana das carótidas é muito rara, conforme assinalaram
os autores. Há mais de um século despertou-se a atenção
para esta patologia bem com a sua abordagem. Permanece, entretanto, a
dificuldade para caracterizá-los quando ainda pequenos, principalmente
quando localizados na carótida interna.
É de grande importância o diagnóstico
diferencial entre os aneurismas vasculares de carótida
interna, em pacientes com a bifurcação carotídea
mais alta e patologias faringeanas. O aprimoramento semiótico
relacionado com esta patologia deve ser do interesse não
só dos cirurgiões vasculares como também
de outros profissionais que atuem em áreas correlatas.
Sua divulgação, portanto, é de interesse
multidisciplinar.
Parabéns ao grupo liderado pelo Dr. Ivanésio
Merlo, que obteve pleno sucesso, tendo sido feliz nas considerações
de cada caso, na resenha científica e na apresentação
dos detalhes técnicos, cirúrgicos e anestésicos.
Recomendamos a utilização de anticoagulante
por via intravenosa em todos os casos de aneurismas de carótidas
seguidos de revascularização cerebral, ao contrário
da conduta que adotamos na ressecção dos aneurismas de aorta
abdominal, rotos ou não.
Preferimos a anestesia geral e empregamos o "shunt",
embora venham a se constituir como pontos controversos.
José Carlos Cortes
Titular da SBACV-RJ.
Chefe do Setor de Cirurgia Vascular do
Hospital Universitário Pedro Ernesto,
da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ.
Endereço para correspondência
Ivanésio Merlo
Av. Rio Branco, 156 sala 1.011
Rio de Janeiro -RJ - Brasil
20043-900
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