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Fig. 3 - Arteriografia do caso 1 (figs.
1 e 2). Notar que o trombo intracavitário dificulta a interpretação
da patologia aneurismática

Fig. 4 - Representação
esquemática da resolução cirúrgica
do caso 1
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RELATO DE
CASO 2
Mulher de 57 anos, branca, não fumante, hipertensa,
obesa, hiperlipêmica tipo IV, há cinco anos referia
cefaléia frontal. Estava em uso de alfa metil dopa
e diuréticos. Há seis meses apresentou escurecimentos
visuais e suposta perda da conciência.
A ausculta carotídea detectou
sopro sistólico +++/4 à direita e +/4 à
esquerda. O eco-Doppler demonstrou ectasia na carótida
interna direita sem trombes murais. O estudo arteriográfico
revelou pequeno aneurisma sacular na carótida interna
direita (l, l cm), com placa ulcerada no bulbo, não
diagnosticada no duplex-scan. A cirurgia foi também
realizada com bloqueio anestésico cervical como no
caso l e confirmou o diagnóstico arteriográfico.
O aneurisma foi ressecado e interposto prótese vascular
de PTFE 6mm entre o bulbo e a carótida interna, com
anastomoses término-terminais. Assim como no caso anterior.
esteve acordada e informante durante todo o procedimento,
permanecendo 12 horas na UT1 com alta hospitalar no 3º
dia de pós-operatório sem complicações.
O laudo histopatoiógico foi de aterosclerose.
RELATO DE CASO 3
Homem de 62 anos, branco, normotenso e não
fumante, que há três meses apresentou três episódios
de isqucmia cerebral transitória. Foi-nos encaminhado pelo neurologista
com laudo do exame eco-Doppler diagnosticando lesão estenótica
de 90% da carótida interna esquerda (CIE). Ao exame físico
observamos sopro sistólico de ++/4 em projeção das
carótidas do lado esquerdo e massa pulsátil no abdome, a
qual foi confirmada, por outro ultra-som, como aneurisma das artérias
aorta e ilíacas. A cirurgia proposta foi endarterectomia da CIE
com bloqueio anestésico loco-regional a exemplo dos casos anteriores.
Mas, no pcroperalório observamos tratar-se de aneurisma sacular
de l ,2cm da CIE com trombes intramurais, produzindo estenose de 90% da
luz arterial. Reexaminando o eco-Doppler foi possível identificar
a equivocada enterprctação do examinador e nossa,

Fig. 5 - Foto do caso 3. Aneurisma da
artéria carótida interna esquerda
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