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Desta forma, no nosso entender, o implante de endopróteses
intravasculares no território carotídeo teria,
no presente momento, indicação apenas como técnica
de exceção em pacientes com grave situação
clínica ou com fibrose intensa a nível cervical,
provocada por repetidas cirurgias, grandes queimaduras, radioterapia
etc., onde o tratamento convencional mediante endarterectomia
representaria um risco maior do que uma técnica endovascular
realizada por cateterismo percutâneo, como podemos observar
no caso que foi relatado neste trabalho. Parabéns ao
grupo pelo cuidado técnico e excelente critério
na indicação terapêutica.
Gaudencio Espinosa
Prof. Assistente do Departamento
de Cirurgia da UFRJ.
Responsável pela Unidade de
Cirurgia Endovascular do Hospital Rio-Mar.
Responsável pela Unidade de Cirurgia Endovascular do
Hospital São Vicente de Paulo.
Endereço para correspondência
Eugênio C. Tinoco
Rua Pastor Abelar Suzano de Siqueira, 305 - apto. 303 Presidente
Costa e Silva - Itaperuna
RJ CEP: 28300-000
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