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RESULTADOS
* 97,8% dos cirurgiões utilizam-compressão
elástica no pós-operatório das avulsões
por "stripping", sendo esta percentagem de 81,6%
se utilizam outras técnicas operatórias.
* 63,3% dos inquiridos respondem-nos
que apenas utilizam compressão elástica no período
"imediato" e 34% mantém-na a longa prazo
(3 ou mais meses) (Gráfico l).
Esta diferença não tem
significado estatístico, o que de acordo com o método
de análise utilizado aponta para ausência de
unanimidade nos critérios "imediato" e "longo
prazo", o que aliás se confirma pela análise
do Gráfico 2, no qual podemos verificar repartirem-se
em percentagens semelhantes (18,4%, 20,4%, 24,5%) aqueles
que consideram como compressão elástica "imediata"
a efectuada até aos 15°, 30° e 60° dias.


* 95.8% utilizam ligadura elástica
no pós-operatório imediato, sendo 59,1% de compressão
forte (30 mmHg) e 36,7% de compressão ligeira (20 mmHg),
p=NS (Gráfico 3).
Destes 77,5% procedem à sua substituição
por meia elástica, (classe l em 46,9% e classe 2 em
30,6%), sendo esta opção estatisticamente muito
significativa (p=0,000005). Apenas 4,1% recorrem exclusivamente
à meia de classe 2 (Gráfico 4). A substituição
da ligadura permeia foi efectuada até ao 7° dia
por 47,4% dos inquiridos e até ao 15° dia por 50%.
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"' 65,3% utilizam ligaduras elásticas
apenas num sentido (transversal) e não graduadas (p=0,04)
(Gráfico 5).
* Para suspensão da compressão
os inquiridos utilizam critérios clínicos em
75,5% (p=0,05), enquanto 22,4% lhes associam critérios
hemodinâmicos.
* Relativamente a algumas das mais importantes
complicações desta cirurgia devidas ou não
à utilização da compressão 10,7%
dos interrogados observaram dores/ isquémia, 13% alérgicas
e 19,6% tromboembólicas (Gráfico 6).
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