LIGADURA VIDEOTORACOSCÓPICA
DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL
Serviço: Cirurgia Vascular - Hospital São
José do Avaí - Itaperuna - RJ
Autores: Tinoco, EC; Tinoco, RC; Tinoco, AC; Ramalho, GM; Souto, GL
É demonstrada a técnica de abordagem
do canal arterial por videotoracoscopia, destacando a singularidade e
simplicidade do método.
O paciente é colocado em decúbito lateral
direito, sendo usados três trocartes, no 3° e 5° espaços
intercostais esquerdos. A identificação do canal é
duplamente clipada com clip de titânio. Como a maioria dos pacientes
é criança, usa-se uma ótica infantil de 30° e
3mm de diâmetro, permitindo melhor condição de trabalho.
A experiência do Serviço em seis meses
consta de cinco casos. Houve uma conversão para toracotomia. A
intervenção deve ser realizada com a assistência de
equipe e material da cirurgia cardiovascular.
FÍSTULA ARTERIOVENOSA PARA HEMODIÁLISE
Serviço: Serviço de Cirurgia
Cardíaca e Vascular do Hospital Universitário
Antônio Pedro - Departamento de
Cirurgia Geral e Especializada da Universidade Federal Fluminense
- Niterói - RJ
Autores: Ciro D. de Castro Herdy; Edvan Batísta de
Oliveira; Felipe José de Moura Vianna;
Francisco João Sahagoffde D. V. Gomes; Nelson Vieira
O acesso vascular para hemodiálise é
de fundamental importância para o sucesso do tratamento da insuficiência
renal crônica. A fístula arteriovenosa (FAV), desde a sua criação,
em 1966, por Brescia Cimino et al. (Anastomose Arteriovenosa Radiocefálica),
obteve grande aceitação e difusão, devido aos seus
bons resultados, principalmente quando confrontados com aqueles obtidos
pelo shunt arteriovenoso de Teflon silicone. Atualmente, é a técnica
mais utilizada como acesso vascular definitivo para o tratamento dialítico.
Neste trabalho, os autores fizeram a revisão
de 152 FAVs, em 126 pacientes, sendo 69 (54,76%) homens, 53 (42,06%) mulheres
e 4 (3,17%) crianças, no período de setembro/92 a setembro/94
no HUAP/UFF. A média de idade foi 44 anos, oscilando entre 7 e
84 anos e as etiologias as mais diversas existentes.
Apresentam seu protocolo propedêutico, que
inclui desde provas onomásticas até modernas técnicas
de ecografia; além de flebografías, arteriografías
e fístulografias, bem como os acessos e técnicas cirúrgicas
empregadas. São relatados também o índice de perviedade,
o follow-up, a mortalidade pós-operatória e as complicações
cirúrgicas.
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