ANGIOPLASTIA PERCUTÂNEA NO TERRITÓRIO
ILÍACO-FÊMORO-POPLÍTEO
Serviço: Universidade São
Francisco - Bragança Paulista - SP
Autores: Simonetto, Mário; Simão, Reginaldo;
Ferreira, Silvia; Bourganos, Guilherme; Oliveira, Ronei
Os autores apresentam sua experiência nos últimos
12 meses com angioplastia para revascularização em trinta
pacientes com obstruções no território ilíaco-fêmoro-poplíteo.
Os pacientes foram selecionados de acordo com o aspecto
arteriográfíco e a sintomatologia, sendo a intervenção
indicada em casos com claudicação incapacitante, dor de
repouso e/ou lesões trófícas secas distais. Os procedimentos
foram realizados em nosso Serviço na sala de Angiografía
Digital, com acesso percutâneo sob anestesia local.
Os resultados foram considerados positivos em 94%
dos casos, com desaparecimento dos sintomas ou abaixamento dos níveis
de amputação. Em 6% dos casos não, houve possibilidade
de recanalização.
O follow-up foi feito através de exame clínico
e métodos não invasivos como o Doppler comparativo com o
pré-operatório.
Os autores concluem que a angioplastia percutânea
é um método bom e válido no tratamento das estenoses
e/ou obstruções segmentares em artérias do segmento
ilíaco-fêmoro-poplíteo e deve permanecer no domínio
do cirurgião vascular.
ANGIOPLASTIA TRANSLUMINAL PERIFÉRICA:
PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
Serviço: Clínica de Angiologia
e Cirurgia Vascular - Porto Alegre - RS
Autores: Jorge Gioscia Filho; Haroldo Diez Paiva; Newton R.
Aerts; Norton R. Aerts
Os autores apresentam sua recente experiência
com a angioplastia transluminal periférica, de março de
1993 a agosto do corrente ano, relatando suas primeiras 45 dilatações
arteriais em quarenta pacientes. Foram abordados, para a realização
deste novo método terapêutico em cirurgia vascular, 19 segmentos
ilíacos, 14 segmentos femorais, nove segmentos poplíteos,
um segmento tibial posterior e dois segmentos tibiais anteriores. Destes,
17 pacientes sofreram terapia endovascular convencional e 23 pacientes
tiveram abordagem percutânea por via femoral.
Os autores comentam as indicações,
manejo pré, trans e pós-operatório da A.T.R, sua
vantagem, por ser um método seguro e de rápida realização,
enfatizando a importância do domínio da técnica pelo
cirurgião vascular, profissional autorizado para realizar desde
a indicação do melhor procedimento até a resolução
de possíveis complicações.
Durante o período da realização
deste estudo houve dois casos de reestenose.
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