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INTRODUÇÃO
Têm sido conhecidas pelo
epônimo de doença de Mondor manifestações
tromboflebíticas que acometem as zonas subdérmicas
corporais, sendo as mais comprometidas a torácica,
a abdominal, o membro inferior e/ou superior e, em escala
somenos, a parte peniana (5,6,16-20).
Faz meio século que emergiu
na literatura médica, particularmente na francesa,
uma série de trabalhos em que se dava ênfase
a uma forma de tromboflebite cordoniforme ou fil
de fer na parede torácica, com surgimento
espontâneo, sem trauma local ou qualquer outra
afecção orgânica prévia.
Mondor, em 1939, descreveu um grupo
de pacientes com uma forma comum de "angeite"
subcutânea, que acometia mais frequentemente as
mulheres, com idade compreendida entre 25-50 anos, sem
doença aparente, que exibia uma tumoração
filiforme aderente à pele e ao tecido celular
subcutâneo, ligeiramente doloroso, promovedor
de uma tração da pele em toda a extensão
tumoral. Ocupava, predominantemente, a parede ântero-lateral
do tórax, com incidência mais elevada no
lado esquerdo(24) .
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1. Membro titular da
Academia Fluminense de Medicina;
Membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
(Cirurgia Vascular);
Especialista em Cirurgia Vascular pela Universidade de
São Paulo (USP);
Fellow da Panamerican Trauma Society;
Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia
Vascular;
Mestre em Cirurgia Torácica na Universidade Federal
Fluminense (UFF);
Chefe do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital
Santa Mônica, Niterói, Rio de Janeiro.
2. Acadêmica de Medicina; Estagiária do Serviço
de Cirurgia Vascular do Hospital Santa Mônica, Niterói,
Rio de Janeiro. |